Quem paga a Raspadinha?

O projeto “Quem paga a Raspadinha?” tem por objetivo avaliar até que ponto o consumo de um jogo particular, a Raspadinha, é feito de forma responsável em Portugal, tendo em consideração duas vertentes principais: a económica e a de saúde pública.

O projeto nasceu da iniciativa do Conselho Económico e Social, que para o efeito convidou um conjunto restrito de entidades financiadoras, entre as quais a Fundação Mestre Casais.

O projeto foi estruturado em três fases. A primeira pretende uma caracterização económica, social e epidemiológica dos jogadores de raspadinha bem como a identificação da percentagem de portugueses que apresentam algum tipo de comportamento problemático. A segunda fase tem como objetivo a caracterização mais detalhada dos jogadores frequentes de raspadinha, com determinação da prevalência de comportamentos de jogo problemático e/ou jogo patológico entre os jogadores. A terceira fase pretende identificar padrões de ativação cerebral em pessoas com Jogo Patológico em resposta a estímulos relacionados com a raspadinha.

No seu conjunto, o projeto afirma-se como uma fonte de informação relevante para informar as políticas públicas nesta matéria.

 

Ficha técnica:

Estudo: Quem paga a Raspadinha?

Equipa científica: Universidade do Minho, Escolas de Medicina e de Economia e Gestão.

Iniciativa: Conselho Económico e Social

Financiamento: Fundação Mestre Casais, Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica, Fundação Manuel António da Mota, Fundação Social Bancária

Descarregue o Protocolo de Cooperação: FMC-E#4-2023-A

Descarregue o Relatório da Parte 1 do estudo: FMC-E#4-2023-B

Descarregue a Infografia da Parte 1 do estudo: FMC-E#4-2023-C

Estudo iniciado em 2023 e em curso.